Dúvidas? 11 3052-2529 | 0800 771 2529 Login

Carta ao Leitor

Eis que chegou ao fim o processo eleitoral. Após um período marcado por opiniões calorosas e de muitas discussões jurídicas e principiológicas, temos os nomes de nossos próximos líderes! Mas se não bastasse ter sido pauta em todos meios em que convivemos nos últimos meses, por que trazer este assunto na revista Mais IBEGESP? Bom, você, servidor público, já tem a resposta. Nossos novos líderes, democraticamente eleitos, são agora os “chefes” da Administração Pública, ou seja, aqueles que estipularão as novas metas e objetivos a serem seguidos por todos os órgãos da administração. E, neste momento, você até pode afirmar: não há com o que se preocupar, pois eles estarão adstritos aos princípios administrativos, especialmente o da legalidade e, em clássico exemplo, estarão vinculados ao PPA sem poder inovar na Administração Pública. Bom, se assim fosse, não precisaríamos eleger novos líderes, não é mesmo? Na verdade, dentro de sua margem de discricionariedade e em observância às normas vigentes, possuem uma série de ferramentas para inovar. E assim deve ser. Este foi, ou melhor, é o desejo de cada cidadão que expressou seu voto nas urnas, independentemente a quem: mudanças com foco na melhoria da qualidade dos serviços públicos. Mas e as obrigações já assumidas? Como e o quê se pode inovar? Qual legislação aplicável? Como lidar com estas mudanças? É com essa preocupação é que a revista Mais IBEGESP trará nesta e nas próximas edições algumas de suas matérias voltadas à transição na Administração Pública. O processo eleitoral impacta sensivelmente na rotina do servidor público e essas mudanças já se evidenciam logo no início do próximo ano com as tradicionais “trocas de cadeiras” do alto escalão e em seu modo de operacionalizar processos e pessoas. Se por um lado é de extrema importância que os novos Administradores conheçam a máquina pública e o arcabouço legislativo que a disciplina, de outro é preciso que os servidores estejam abertos e receptivos às mudanças. Somente por um processo de “troca” e por uma “transição” técnica e humana é possível garantir uma gestão pública eficiente. E esta também é nossa missão, aproximar por intermédio da informação.

Editora-chefe


EDITORA-CHEFE Luciana Durand

EDITORA-EXECUTIVA Dolores Galvão Vilaça

CONSELHO EDITORIAL Ana Maria Viegas da Silva, Carlos Toledo, Dinorah Grotti, João Eduardo Lopes Queiroz, Luciana Accorsi Berardi, Márcia Walquiria Batista dos Santos

COLABORADORES Carolina Lagarin, Edson Coutinho, Marina Macedo Rego

JORNALISTA Fernanda Thomaz; [email protected]

DIAGRAMAÇÃO Elmefaria Design + Conteúdo