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Carta ao Leitor

Continuamos na nossa missão de auxiliá-lo a transpor desafios da Administração Pública e nos deparamos com o desafio do binômio “velho” x “novo”. Diariamente discutimos sobre novos modelos gerenciais de administrar a coisa pública, mas enfrentamos a barreira da tradição de que “sempre funcionou assim”. Almejamos e precisamos dar respostas mais velozes e eficazes à demanda social, mas ainda estamos travados em processos burocráticos e lentos. O cidadão clama por uma Administração menos burocrática, temos tido avanços, mas ainda há toda uma “amarra” – inclusive comportamental - que nos faz caminhar lentamente em “velhos”, mas seguros procedimentos. Nesta edição, traremos alguns contrapontos que refletem este dilema. As Parcerias Públicas Privadas, denominadas de PPPs, já têm previsão legal em nosso ordenamento há algum tempo, mas sua implementação ainda está na esfera da “inovação”, seja por esbarrar no “preconceito” de que os equipamentos públicos devam ser administrados pela própria Administração, seja pelo pouco conhecimento acerca do tema e mecanismos de efetivação. E temos a resposta para a antiga pergunta: é possível ter publicidade na Administração Pública? A própria constituição prevê a possibilidade que se consubstancia em forte ferramenta informativa na relação Administrador e Administrado, mas ainda é uma “novidade” abordar este tema e, especialmente, os procedimentos de contratação na Administração. E vamos falar de assédio? Sim, porque é necessário e importantíssimo! Sabemos que as mais diversas formas de assédio – moral ou sexual – existem desde que as relações humanas se instituem em uma organização, privada ou pública. Mas tratar sobre este “velho” tema esbarra em questões delicadas, e enfrentá-lo com propositura de ações efetivas de combate chega a ser uma “inovação”. E voltando a falar em cidadão e prestação de serviços eficazes, por que mesmo não se utilizar da inteligência artificial e possibilitar uma comunicação “nova” e eficiente com a Administração? Mas será que o “velho” deve ser encarado como algo necessariamente defasado e o novo como algo sempre melhor? Esta edição buscará discutir o inevitável caminho de se enfrentar o “novo” com a experiência exitosa e segurança do “velho” modelo como único modelo de gestão efetiva! Desfrute da nossa publicação!

Editora-chefe


EDITORA-CHEFE Luciana Durand

EDITORA-EXECUTIVA Dolores Galvão Vilaça

CONSELHO EDITORIAL Ana Maria Viegas da Silva, Carlos Toledo, Dinorah Grotti, João Eduardo Lopes Queiroz, Luciana Accorsi Berardi, Márcia Walquiria Batista dos Santos

COLABORADORES Carolina Lagarin, Edson Coutinho, Marina Macedo Rego

JORNALISTA Fernanda Thomaz; [email protected]

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